Chegam às farmácias novas opções de tratamento dos sintomas da menopausa
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Chegam às farmácias novas opções de tratamento dos sintomas da menopausa
Mulheres que buscam o fim dos sintomas da menopausa têm agora novas opções. A Libbs Farmacêutica está lançando uma linha completa de medicamentos para Terapia de Reposição Hormonal de baixa dose, composta pelo Selecta e Libiam 1.25, Natifa e Natifa Pro. A empresa segue a tendência mundial de diminuição das doses, visando menores efeitos colaterais com os mesmos benefícios terapêuticos da TRH convencional. A nova gama de opções permite ao médico individualizar o tratamento de acordo com o perfil da paciente, indicando o medicamento que melhor atende às suas necessidades.
 
 
 
O presidente da Febrasgo (Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia), Prof. Dr. Edmund Chada Baracat, alerta que “a terapia de reposição hormonal não deve ser utilizada de maneira aleatória e indiscriminada, mas sim individualizada, respeitando-se sempre as eventuais contra-indicações. Hoje, tem-se procurado encontrar a menor dose de hormônios que traga benefícios clínicos, com o mínimo de efeitos colaterais para haver mais segurança e conforto às pacientes no tratamento prolongado”.
 
 
 
Estudos internacionais revelaram que a baixa dose de hormônios tem eficácia no controle dos sintomas da menopausa semelhante às dosagens superiores, habitualmente prescritas, mas com menor ocorrência de efeitos colaterais indesejáveis, razões pelas quais as pacientes abandonam o tratamento. “As pacientes recorrem à TRH porque querem solucionar o problema do aparecimento de sintomas ligados à menopausa, como ondas de calor (fogachos), irritabilidade, depressão, sudorese excessiva, secura vaginal, diminuição do desejo sexual, entre outros. Mas depois do início do tratamento, elas acabam apresentando outros sintomas, como por exemplo, dor nas mamas e sangramento irregular. Com isso, de 40 a 60% das mulheres abandonam o tratamento antes do primeiro ano”, afirma o Dr. Achilles Machado Cruz, ginecologista e obstetra, cirurgião do Hospital Alvorada, em São Paulo. “Com a diminuição da dose, em muitos casos, essa situação pode melhorar”, completa.
 
 
 
As baixas doses hormonais apresentam outros benefícios em relação à TRH convencional, além da diminuição dos efeitos colaterais. É o que diz o Prof. Dr. Rui Alberto Ferriani, ginecologista e obstetra, professor titular de Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto. Segundo ele, “dentre os benefícios da utilização de esquemas de reposição hormonal na pós-menopausa contendo menores doses de estradiol oral, estrogênios conjugados e tibolona podem ser citados a melhora dos sintomas vasomotores (ondas de calor e sudorese excessiva), do perfil lipídico (aumento da presença do HDL, o colesterol bom, e diminuição do LDL, o colesterol ruim), além do padrão de sangramento mais aceitável, com segurança para o endométrio (paredes internas do útero), diminuindo riscos de câncer nessa região. Em relação aos efeitos sobre os ossos, recentes relatos científicos têm demonstrado os efeitos protetores da TRH de baixa dose, indicando que esta terapia efetivamente aumenta a densidade mineral óssea, ou seja, previne a osteoporose como na TRH com doses hormonais maiores”. Portanto, mulheres com riscos de osteoporose e com antecedentes de mioma uterino, endometriose e doença fibrocística já podem aderir à TRH com mais segurança.
 
 
 
Com base nesses estudos, a Libbs Farmacêutica coloca à disposição dos médicos e de suas pacientes quatro diferentes formulações hormonais para TRH de baixa dose, com redução de aproximadamente 50% das doses geralmente utilizadas: Selecta (Estrogênios Conjugados 0,45 mg com Acetato de Medroxiprogesterona 1,5 mg), Libian 1,25 (Tibolona 1,25 mg), Natifa (Estradiol 1 mg) e Natifa Pro (Estradiol 1 mg associado a 0,5 mg de Acetato de Noretisterona).
 
 
 
 
 
Individualização do tratamento
 
 
“Durante o climatério (período que inclui a pré-menopausa, menopausa e pós-menopausa), cada mulher reage de uma forma quando começa a cessar a produção dos hormônios ovarianos (estrogênio e progesterona)”, afirma o Dr. Achilles. Ele explica que “na cultura e no estilo de vida ocidental, cerca de 80% das mulheres apresentam sintomas climatéricos. Há aquelas que sofrem com uma quantidade excessiva de sintomas de alta intensidade. Mas há mulheres que apresentam sintomas menos severos e, portanto, não necessitam de altas doses de hormônios. Outras que têm problemas cardiovasculares (hipertensão, colesterol alto etc) ou fizeram histerectomia (retirada do útero) e tantas outras particularidades que demandam tratamentos específicos”. A conversa com o ginecologista, portanto, é essencial. É ele quem vai apresentar as opções de tratamento existentes e quais são as mais indicadas para as necessidades e as características da paciente naquele momento.
 
 
 
Composto por 0,45 mg de estrogênios conjugados sintéticos e 1,5 mg de acetato de medroxiprogesterona, o Selecta é a redução da dose do esquema de TRH mais tradicional e mais estudado na ciência, com perfil de segurança dos mais elevados. Por esta razão, é o medicamento mais indicado para mulheres que não desejam ou não precisam buscar novas opções farmacológicas. A redução da dose hormonal nas proporções do Selecta, segundo o estudo norte-americano Women’s HOPE (Women’s Health, Osteoporosis, Progestin Estrogen Study), diminui os efeitos colaterais físicos e metabólicos da medicação com altas doses hormonais, mantendo seus benefícios, como o alívio dos sintomas climatéricos e a prevenção da perda óssea, além de diminuir o padrão de sangramento e melhorar os níveis de colesterol.
 
 
 
O medicamento Libiam 1,25 mg, por sua vez, é ideal para a mulher que possui vida profissional e pessoal ativa. Dentre os seus benefícios estão a melhora do humor e o aumento do desejo sexual.
 
 
 
O medicamento tem como princípio ativo a tibolona, que tem o efeito de três hormônios: estrogênio, progesterona e androgênio. Conforme o tecido, ela atua de maneira diferente, como se fosse três substâncias em uma. Essa propriedade é chamada de ação tecidual específica. Nos sintomas do climatério, por exemplo, a ação estrogênica atua diminuindo os fogachos, a secura da vagina e previne a osteoporose (perda de cálcio nos ossos). Nas mamas, porém, a tibolona tem uma ação anti-estrogênica e, com isso, reduz a hipersensibilidade mamária promovida pelo estradiol (um dos tipos de estrogênio produzidos pela mulher), que é motivo de queixa de grande parte das pacientes que fazem a TRH convencional. No interior do útero (endométrio), a tibolona age também como a progesterona ao impedir a sua proliferação, fazendo com que a mulher tenha menos sangramento. Conseqüentemente, a paciente tem menos chances de ter doenças do endométrio, como o câncer. A ação androgênica da tibolona, por sua vez, é percebida com a melhora do humor e aumento do desejo sexual (libido e prazer) da paciente.
 
 
 
Natifa e Natifa Pro são os lançamentos mais recentes da Libbs. O Natifa é composto de comprimidos contendo 1 mg de 17ß-estradiol e o Natifa Pro é uma associação de 1 mg de 17ß-estradiol e 0,5 mg de acetato de noretisterona (NETA). O 17ß-estradiol é química e biologicamente idêntico ao hormônio estradiol produzido pelos ovários, por isso, mulheres que apresentam efeitos colaterais com outros esquemas terapêuticos se adaptam bem a ele. Mulheres histerectomizadas (sem útero) devem utilizar o Natifa sem a associação com o acetato de noretisterona, pois não necessitam da ação que essa substância promove no endométrio. Dentre os benefícios do tratamento com o Natifa estão a diminuição do sangramento (fornecendo proteção endometrial); melhora dos sintomas da menopausa, tanto físicos (fogachos e secura da vagina, por exemplo) como psicológicos (nervosismo, esquecimento, dificuldade para dormir, cansaço, falta de energia, infelicidade e depressão); prevenção da osteoporose e proteção cardiovascular, por causa da ação do estradiol no metabolismo das gorduras no organismo da mulher.
 
 
 
 
 
Fontes:
 
Dr. Achilles Machado Cruz, ginecologista e obstetra, cirurgião do Hospital Alvorada
Prof. Dr. Rui Alberto Ferriani, ginecologista e obstetra, professor titular de Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão
Prof. Dr. Edmund Chada Baracat, presidente da Febrasgo (Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia) e professor titular do departamento de Ginecologia da Unifesp -Universidade Federal de São Paulo (EPM - Escola Paulista de Medicina)
 
 
 
Ana Carolina Prieto
Segmento Comunicação Integrada

 Autor : Ana Carolina Prieto
 Créditos : Ana Carolina Prieto
 Fonte : Segmento Comunicação Integrada
 
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