Rio de Janeiro, 24 de Agosto de 2019

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão - 26/04: Doença já atinge 17 milhões de brasileiros

Hipertensão atinge 17 milhões de brasileiros
 
Doença silenciosa pode acarretar complicações graves como
AVC e infarto agudo do miocárdio
 
A hipertensão, aumento da pressão arterial, ocorre geralmente em adultos e sua prevalência é estimada em 35% da população acima de 40 anos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, no Brasil já existem cerca de 17 milhões de portadores da doença. “Uma das principais dificuldades em se diagnosticar a hipertensão é que se trata de uma doença silenciosa, que geralmente só se manifesta por complicações graves como AVC e infarto agudo do miocárdio”, aponta Daniela Fernandes, assessora médica do Helion Póvoa Medicina Diagnóstica.
 
Alguns dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da hipertensão são hereditariedade, obesidade, alimentação rica em sal e gordura animal, tabagismo, estresse, consumo excessivo de álcool e sedentarismo. Boa parte desses fatores pode ser modificada com orientações sobre os hábitos do paciente.
 
“Para um diagnóstico preciso e precoce, o ideal é que em todas as consultas com um médico o paciente tenha sua pressão medida”, reforça a especialista. “Dessa forma, o médico consegue identificar qualquer alteração na pressão e principalmente indicar o paciente para um especialista na área”, conclui a médica.
 
Se a hipertensão estiver em estágio inicial, ela pode ser controlada com mudanças nos hábitos de vida como cessação do fumo e do álcool, controle do consumo de sal, perda de peso e controle de estresse, por exemplo. Caso essas medidas não sejam suficientes, é inserido o tratamento medicamentoso que deve ser seguido durante toda a vida do paciente, com a supervisão do médico assistente.
 
Sobre o Helion Póvoa Medicina Diagnóstica
Criado em 1956, o Helion Póvoa Medicina Diagnóstica sempre se destacou pela busca incessante de inovações científicas e tecnológicas, com um histórico de pioneirismo na área da medicina laboratorial. Na década de 70, foi o responsável pela introdução no país da metodologia de radioimunoensaio para dosagens hormonais e, já na década de 80, no Rio de Janeiro, pelas dosagens de hemoglobina glicada e colesterol HDL. Em 2006, foi acreditado pelo Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos (PALC), desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Patologia Clínica (SBPC). Além dessa acreditação, o Helion Póvoa participa ativamente de programas nacionais de controle de qualidade, destacando-se a Proficiência em Ensaios Laboratorias.
 
 

Crédito:Cris Padilha

Autor:Natalia Yoshie

Fonte:Universo da Mulher