Rio de Janeiro, 24 de Maio de 2024

Alzheimer

A doença de Alzheimer é muito séria, podendo causar muitas consequências à saúde para quem a possui e, além disso, pode causar muita preocupação para os amigos e familiares.

Isso acontece porque desde um programa de gerenciamento de riscos que foi realizado recentemente até o nome de familiares podem ser esquecidos pela pessoa que possui a doença.

Continue lendo esse artigo e compreenda um pouco mais sobre o que é a doença de Alzheimer, como identificar e entre muitos outros fatores.

O que é a doença de Alzheimer?

A doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que afeta o cérebro e é caracterizada por uma progressiva perda de memória, capacidade cognitiva e habilidades motoras.

Por exemplo, se você costumava realizar a função de ginastica laboral nas empresas, ao adquirir a doença de Alzheimer, você pode obter certa dificuldade em realizar as mesmas atividades como antigamente.

Isso acontece porque essa é a forma mais comum de demência, e geralmente afeta pessoas idosas, embora possa afetar pessoas mais jovens em casos raros.

A doença de Alzheimer é causada por uma acumulação anormal de proteínas no cérebro, que formam placas e emaranhados que interferem na comunicação entre as células nervosas.

Ainda não se sabe exatamente por que isso acontece, entretanto, se sabe que o risco de desenvolver a doença é maior em pessoas com idade avançada, história familiar da doença e certas condições médicas, como diabetes e hipertensão arterial.

Dessa forma, mesmo se você realiza exercícios físicos regularmente, faz ergoespirometria, se alimenta de forma saudável e se preocupa constantemente com a sua saúde, ainda assim existe a possibilidade de possuir a doença no futuro.

Os sintomas da doença de Alzheimer podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem uma série de elementos.

Algumas delas, estão relacionadas a perda de memória recente, dificuldade em realizar tarefas cotidianas, confusão mental, mudanças de humor, dificuldade em se comunicar, perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas, problemas de sono e perda de apetite.

Com isso, mesmo hobbies, como trocar uma lâmpada para microscópio e analisar partículas até praticar esportes que antes eram prazerosos, podem deixar de ser ao desenvolver a enfermidade.

A doença de Alzheimer não tem cura, mas existem tratamentos disponíveis que podem ajudar a retardar o progresso da doença e melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas, onde esses pontos serão discutidos mais à frente.

Entretanto, é importante que as pessoas que suspeitam que estão com sintomas de doença de Alzheimer procurem um médico o mais rápido possível para um diagnóstico preciso e início do tratamento adequado.

Como identificar a doença?

A doença de Alzheimer pode ser difícil de identificar nos estágios iniciais, uma vez que os sintomas podem ser vagos ou atribuídos a outras causas.

Todavia, é importante estar ciente dos sinais de alerta e procurar ajuda médica se houver suspeita de que algo não está certo.

Dessa forma, é para conseguir identificar, dentre os sintomas mais comuns da doença de Alzheimer, podem-se citar:

  • Perda de memória recente;

  • Dificuldade em realizar tarefas cotidianas;

  • Confusão mental;

  • Mudanças de humor;

  • Dificuldade em se comunicar;

  • Perda de interesse em atividades prazerosas;

  • Problemas de sono;

  • Perda de apetite.

Esses são os principais sintomas para se atentar, existindo assim a suspeita do indivíduo ter a doença de Alzheimer, entretanto, é sempre importante consultar um especialista.

Perda de memória recente

Esquecer informações que acabaram de ser aprendidas ou esquecer eventos importantes pode ser um grande indício da doença, sendo essa a sua característica principal.

Por exemplo, se a pessoa esquecer uma lembrança marcante, como ser pedida em casamento dentro de uma ambulancia particular, por exemplo, sendo esse um evento muito significativo em sua vida há alguns anos, esse pode ser um grande sinal.

Dificuldade em realizar tarefas cotidianas

Dificuldade em realizar tarefas simples e rotineiras, como cozinhar uma refeição ou fazer compras, também são motivos de preocupação.

Por exemplo, se um profissional da saúde que já trabalha há muitos anos no setor e possui como rotina utilizar um afastador cirúrgico, de repente, passa a ter dificuldade em realizar essa tarefa comum do seu dia a dia, também pode ser um grande indício da doença.

Confusão mental

Dificuldade em lembrar nomes de pessoas conhecidas ou lugares familiares é um fator muito importante a ser levado em consideração.

Por exemplo, se a pessoa passa a esquecer onde mora ou o endereço da clínica de olhos em que trabalha, pode ser um ponto extremamente importante a se considerar.

Mudanças de humor

Outro fator também muito importante são as alterações de humor frequentes, como irritabilidade, apatia e ansiedade.

Esses elementos podem ser um grande sinal de que a pessoa possui Alzheimer, entretanto, também podem ser confundidos com muitas outras doenças.

Dificuldade em se comunicar

A doença de Alzheimer também proporciona uma grande dificuldade em encontrar as palavras certas para se expressar e problemas com a fala.

Enquanto a maioria das pessoas precisam pesquisar por “aparelho auditivo valor” ao alcançarem uma idade mais avançada, uma vez que a velhice traz diversos desafios com o passar dos anos, a doença de Alzheimer fornece uma dificuldade no ato da fala.

Perda de interesse em atividades prazerosas

Como já mencionado, o desinteresse em atividades que antes eram prazerosas, como hobbies ou esportes, também é um fator muito importante a se levar em consideração.

Problemas de sono

Outro ponto muito importante são os problemas para dormir à noite ou dormir durante o dia, sendo essa uma característica muito comum em pessoas que possuem a doença de Alzheimer.

Perda de apetite

Por fim, mas não menos importante, as pessoas que possuem a doença de Alzheimer também adquirem uma perda de apetite e alterações no peso corporal.

Dessa forma, se você notar qualquer um desses sintomas em si mesmo ou em um ente querido, é importante procurar um médico, a fim de realizar uma avaliação e diagnóstico mais preciso.

O diagnóstico geralmente envolve avaliação médica, exames físicos e neurológicos, testes de memória e outros testes cognitivos, exames de sangue e de imagem, como tomografia computadorizada, TC, ou ressonância magnética, RM.

Quais são as suas causas?

Como já mencionado, as causas da doença de Alzheimer ainda não são completamente compreendidas, entretanto, acredita-se que seja resultado de uma combinação de fatores genéticos e ambientais.

A doença é causada por uma série de mudanças no cérebro que afetam a função cognitiva e a memória, onde as duas principais alterações são a formação de placas senis e emaranhados neurofibrilares.

As placas senis são depósitos de proteína beta-amiloide que se acumulam entre as células cerebrais e bloqueiam a comunicação entre elas.

Já os emaranhados neurofibrilares são feitos de proteína tau e se acumulam dentro das células cerebrais, impedindo a sua capacidade de transmitir informações.

Os cientistas ainda estão estudando as causas exatas que levam à formação dessas placas e emaranhados, todavia, se sabe que existem alguns fatores de risco que aumentam a probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer.

Fatores como idade avançada, história familiar da doença, genética, história de lesão cerebral, problemas de sono e outras condições médicas, como hipertensão arterial e diabetes podem ser pontos muito importantes a se considerar, aumentando a sua atenção.

Alguns estudos também sugerem que fatores ambientais, como exposição a produtos químicos tóxicos, estresse crônico e estilo de vida pouco saudável, podem aumentar o risco de desenvolver a doença de Alzheimer.

Entretanto, ainda são necessárias mais pesquisas para determinar a relação exata entre esses fatores e a doença de Alzheimer.

Quais são os seus tratamentos?

Atualmente, não há cura para a doença de Alzheimer, mas existem tratamentos disponíveis que podem ajudar a aliviar alguns dos sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O tratamento pode variar de acordo com a gravidade da doença e pode incluir diversos elementos, como:

  • Medicamentos;

  • Terapia ocupacional;

  • Terapia comportamental;

  • Suporte para cuidadores.

Esses são os principais tratamentos que podem ser levados em consideração por aqueles que possuem a doença.

Medicamentos

Existem vários medicamentos aprovados pela FDA, ou Food and Drug Administration, para tratar a doença de Alzheimer. Esses medicamentos podem ajudar a melhorar a memória e atrasar a progressão dos sintomas em alguns pacientes.

Terapia ocupacional

A terapia ocupacional pode ajudar os pacientes a manter a sua independência e desenvolver habilidades para lidar com os desafios diários.

Terapia comportamental

A terapia comportamental pode ajudar a reduzir os comportamentos disruptivos e a melhorar a comunicação e a interação social.

Suporte para cuidadores

Os cuidadores de pacientes com doença de Alzheimer também precisam de suporte para lidar com os desafios de cuidar de uma pessoa com demência. Isso pode incluir terapia de apoio, grupos de apoio e treinamento em cuidados de demência.

Além desses tratamentos, existem evidências de que um estilo de vida saudável, como dieta saudável, atividade física regular, sono adequado e estimulação mental, pode ajudar a retardar o declínio cognitivo e melhorar a qualidade de vida de pacientes com a doença.

Todavia, é muito importante consultar um médico antes de iniciar qualquer programa de tratamento ou mudança no seu estilo de vida.

Como você pode perceber, a doença de Alzheimer pode variar entre diversos sintomas e fatores, sendo assim muito importante se atentar a diversos aspectos da doença e sempre procurar um profissional da saúde para se orientar da melhor maneira possível.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

 

Crédito:Luiz Affonso

Autor:Jennifer Kauffman

Fonte:Guia de Investimento